23 de novembro de 2016

Cabo Verde | São Vicente - Diário de Viagem #7



Primeira missão do dia: ir ao Snack-bar 003 tomar um pequeno-almoço tipicamente cabo-verdiano, ou seja, catchupa guisode (cachupa guisada). É um dos meus pratos favoritos, cresci a comer isto aos Domingos de manhã. Quando a minha mãe fazia cachupa aos sábados, ficava tão feliz por saber que no dia seguinte de manhã havia cachupa guisada! E o que é esta maravilha? É a cachupa que sobra do dia seguinte, retira-se o caldo e refoga-se numa frigideira. Leva rodelas de chouriço frito e um ovo estrelado. Tudo acompanhado com café com leite. Este é o pequeno-almoço dos rijos, do pessoal com estômago forte. :D O Helder não conseguiu ingerir a full version, portanto, ele foi o pecador que tinha o compal em cima da mesa, como se vê na fotografia.

11 de novembro de 2016

Lisboa | Forno d'Oro - Restaurante Italiano


Já há algum tempo que andava com vontade de ir a um bom restaurante italiano. E garanto que o Forno d'Oro é muito bom. Com um atendimento extremamente atencioso sem ser chato e um espaço clean sem ser frio, este é um restaurante que nos proporciona, para além de boa comida, uma excelente experiência. Desde as entradas até à sobremesa tudo é saboroso e apresentado com cuidado e bom gosto. Facilmente o restaurante fica lotado e, provavelmente, existem mais mesas do que o espaço pede, tornando-se um bocadinho apertado em algumas zonas. Mas nada que não se releve.

1 de novembro de 2016

Visitar o Cabo Espichel | Sesimbra



Esta foi a segunda vez que visitei o Cabo Espichel, em Sesimbra. A primeira vez foi há alguns anos e foi num acto de inconsequência típico da adolescência. Fui num dia de semana, faltei às aulas, porque o Helder disse que me ia levar a um sítio lindo que nunca tinha visto antes. Fui porque achei que aquilo que ele me poderia mostrar, teria muito mais valor do que definhar durante 90 minutos em cada aula. Digamos que, pelo menos naquela altura, o sistema de ensino não era muito entusiasmante. Será que o é agora? Sempre preferi aprender em campo ou de formas alternativas do que dentro de uma sala de aula. Talvez não tenha tido muitos professores apaixonados pelo que faziam. Mas vá, é feio dizer que o problema é dos outros. Eu assumo que poderei ser eu o problema. :P

25 de outubro de 2016

Cabo Verde | São Vicente - Diário de Viagem #6

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E este foi daqueles dias em que fizemos e vimos tanta coisa que nos custou reter toda a informação visual que nos foi presenteada. E não trocava a experiência por nada. Logo de manhã, estava combinado uma caminhada, em género de exercício, com uma das minhas tias. O percurso seria de Monte Sossego à Laginha. Já sabia que ela é muito activa, faz estas caminhadas praticamente todos os dias, terminando com um mergulho na Laginha. Pensei eu que, no auge da minha juventude, era canja acompanhar a minha tia. Não podia estar mais errada. Bastava olhar para trás, coçar um pé ou dar um ai que já a perdia de vista. Lá tinha eu de dar uma corridinha para apanhá-la de novo. A minha expressão de perplexidade era bastante visível. Cheguei à fácil conclusão de que estou mesmo em baixo de forma. A partir daquele dia a minha tia, com 73 anos, passou só a ser o meu modelo de vitalidade e energia.

16 de outubro de 2016

Côte d'Azur | Saint Paul de Vence



Quase que Saint Paul de Vence nos fugia dos planos mas conseguimos visitar esta linda vila no último dia da viagem à Côte d'Azur. Sabia que seria algo diferente do que tínhamos visto durante esta viagem de 6 dias. Ficava mais afastada do mar e bem no topo de uma montanha. Uma vila medieval que nos aconchega por entre pequenas ruas e paisagens verdes. Tudo tão cuidado e arrumadinho. Neste mesmo dia, voltámos para Portugal, cheios de boas recordações. E nessa noite quando me deitei, pensei: "Quem diria que hoje de manhã estive a passear pela Riviera Francesa e agora estou em casa, que mundo pequeno!".

8 de agosto de 2016

Buddha Eden | O Maior Jardim Oriental da Europa

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Este post vem com um atraso de mais de 1 ano (uau!). Em Julho do ano passado, resolvemos visitar o Buddha EdenUma decisão de última hora vinda de uma vontade que já tinha há algum tempo. E há decisões das quais não nos arrependemos, pelo contrário, até nos surpreendemos. O Bacalhôa Buddha Eden é impressionante! De uma beleza incontestável. Por lá andámos umas horas mas sabemos que não vimos tudo, afinal são 35 hectares e fomos só à tarde. Devíamos ter ido de manhã, para ter mais tempo e para andar pela fresquinha. 

3 de julho de 2016

Visitar o Palácio da Pena | Sintra


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...Há anos que queria visitar o Palácio da Pena mas nunca se proporcionou. Finalmente, fui conhecer este pedacinho de história em forma de monumento. Dois adjectivos: único e inconfundível. Lá personalidade não lhe falta. Este palácio é uma das Sete Maravilhas de Portugal e faz parte do Património Mundial da UNESCO. Mais credibilidade que isto, não há.

19 de junho de 2016

Diz-me Por Onde Andas | Entrevista: Marta Chan

PASSAPORTE À LA TRIPPING IN TRIPS



Nome | Marta Chan (Autora do blog Viver a Viajar)

Idade | 32 anos mas pareço 25, juro :D

Nacionalidade | Portuguesa

Países visitados | 44

Continentes visitados |  5


4 de março de 2016

Riviera dei Fiori | Sanremo


Depois de uma bela manhã em Ventimiglia, rumámos a Sanremo! Estava feliz! Estava em Itália! Em Itália, percebem? Mais propriamente na região da Liguria. Estive o tempo inteiro meio fora de mim. E sempre a pensar que com um jeitinho até íamos parar a Génova, mas o Helder está cá para me pôr nos eixos quando começo a extravasar. Conformei-me (not) e aproveitei logo para provar o tão bem falado gelato italiano. Por lá andámos e gostámos de conhecer este outro pedacinho de Itália, não muito grande mas bem maior que Ventimiglia. Ai, quando penso em Itália, toda uma nostalgia toma conta de mim como se já lá tivesse vivido outras vidas. Se não foi, parece, e só penso em lá voltar e percorrer aquela terra toda numa grande viagem de comboio.

20 de janeiro de 2016

Cabo Verde | Santo Antão - Diário de Viagem #5


A frase que me acompanhou todos estes anos quando me lembrava de Santo Antão: "Carina, olha para a frente, não se vê nada, só mar e nuvens. Nós estamos no fim do mundo, aqui é onde a terra acaba". Foi isto que um tio me disse quando chegámos ao topo de uma montanha em Santo Antão, disse que ali era o mais longe que podíamos chegar, que não havia mais terra para além daquela que estávamos a pisar. Fiquei fascinada, senti um poder dentro de mim difícil de explicar. Eu, Carina, tinha chegado ao fim do mundo. Sei que, muito provavelmente, não chegámos ao fim do mundo e que se navegasse por aquele oceano havia de encontrar terra. Mas, por vezes, é bom imaginar, deixarmo-nos levar, acreditar mesmo que a verdade não seja aquela.

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