8 de agosto de 2016

Buddha Eden | O Maior Jardim Oriental da Europa

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Este post vem com um atraso de mais de 1 ano (uau!). Em Julho do ano passado, resolvemos visitar o Buddha EdenUma decisão de última hora vinda de uma vontade que já tinha há algum tempo. E há decisões das quais não nos arrependemos, pelo contrário, até nos surpreendemos. O Bacalhôa Buddha Eden é impressionante! De uma beleza incontestável. Por lá andámos umas horas mas sabemos que não vimos tudo, afinal são 35 hectares e fomos só à tarde. Devíamos ter ido de manhã, para ter mais tempo e para andar pela fresquinha. 

3 de julho de 2016

Visitar o Palácio da Pena | Sintra


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...Há anos que queria visitar o Palácio da Pena mas nunca se proporcionou. Finalmente, fui conhecer este pedacinho de história em forma de monumento. Dois adjectivos: único e inconfundível. Lá personalidade não lhe falta. Este palácio é uma das Sete Maravilhas de Portugal e faz parte do Património Mundial da UNESCO. Mais credibilidade que isto, não há.

19 de junho de 2016

Diz-me Por Onde Andas | Entrevista: Marta Chan

PASSAPORTE À LA TRIPPING IN TRIPS



Nome | Marta Chan (Autora do blog Viver a Viajar)

Idade | 32 anos mas pareço 25, juro :D

Nacionalidade | Portuguesa

Países visitados | 44

Continentes visitados |  5


4 de março de 2016

Riviera dei Fiori | Sanremo


Depois de uma bela manhã em Ventimiglia, rumámos a Sanremo! Estava feliz! Estava em Itália! Em Itália, percebem? Mais propriamente na região da Liguria. Estive o tempo inteiro meio fora de mim. E sempre a pensar que com um jeitinho até íamos parar a Génova, mas o Helder está cá para me pôr nos eixos quando começo a extravasar. Conformei-me (not) e aproveitei logo para provar o tão bem falado gelato italiano. Por lá andámos e gostámos de conhecer este outro pedacinho de Itália, não muito grande mas bem maior que Ventimiglia. Ai, quando penso em Itália, toda uma nostalgia toma conta de mim como se já lá tivesse vivido outras vidas. Se não foi, parece, e só penso em lá voltar e percorrer aquela terra toda numa grande viagem de comboio.

20 de janeiro de 2016

Cabo Verde | Santo Antão - Diário de Viagem #5


A frase que me acompanhou todos estes anos quando me lembrava de Santo Antão: "Carina, olha para a frente, não se vê nada, só mar e nuvens. Nós estamos no fim do mundo, aqui é onde a terra acaba". Foi isto que um tio me disse quando chegámos ao topo de uma montanha em Santo Antão, disse que ali era o mais longe que podíamos chegar, que não havia mais terra para além daquela que estávamos a pisar. Fiquei fascinada, senti um poder dentro de mim difícil de explicar. Eu, Carina, tinha chegado ao fim do mundo. Sei que, muito provavelmente, não chegámos ao fim do mundo e que se navegasse por aquele oceano havia de encontrar terra. Mas, por vezes, é bom imaginar, deixarmo-nos levar, acreditar mesmo que a verdade não seja aquela.

1 de janeiro de 2016

Próxima Paragem | Londres * Actualizado *

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*Actualizado em 20/01/2016* : Infelizmente, por motivos alheios à nossa vontade, terei de adiar esta viagem. Começo a acreditar que a vida não nos quer levar até Londres, deve ser a milésima vez que adiamos esta viagem. Desta vez, que já tínhamos tudo planeado, foi a mais complicada de engolir. Mas tudo bem, mais oportunidades virão.
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Praticamente 4 meses sem aparecer por aqui. Não foi por falta de vontade mas por falta de energia. Chegar a casa ao fim de um dia de trabalho e já não ter capacidade para olhar para o computador. Chegar ao fim-de-semana e só ter como objectivo dormir mais um pouco e, se possível, ficar em modo automático sem pensar em nada. Não que seja muito saudável alienar-me das coisas mas penso que seja um mecanismo de sobrevivência para manter a sanidade mental. Estes últimos meses foram intensos, os que vêm aí acredito que serão ainda mais. Mas não me posso queixar, o ano de 2015 foi repleto de conquistas e mudanças na minha vida. Mudanças que não surgiram, eu fiz com que elas acontecessem por sentir que tinha de fazer mais e melhor por mim. Ter o meu próprio espaço, ter um plano B, apostar em algo que gosto, expandir horizontes, conhecer mais pessoas. E com tudo isto vêm coisas positivas e negativas. Não há mudanças sem perdas. Temos é de tentar gerir sem desesperar.

7 de setembro de 2015

Take Me Away | Para Aquele Sítio Feliz

Para aquele sítio feliz onde não havia preocupações. Se as havia, percebo agora que não eram nada. Afinal tudo é relativo, é mesmo. Problemas de outrora agora são piadas em comparação com tudo o que temos de enfrentar. As responsabilidades de ser adulto neste contexto. No meu contexto. No contexto da maioria. E não é ter medo das responsabilidades. É que elas são, de facto, pesadas, e não nos trazem assim tanto orgulho por tê-las e enfrentá-las todos os dias. Não nos sentimos assim tão felizes por termos de driblá-las e, na maioria das vezes, não conseguirmos ser bem sucedidos. E os anos passam e quanto mais passam menos corajosos ficamos. A idade traz sabedoria mas não traz mais coragem. Não estamos bem mas temos medo de ficar pior. Por isso, não largamos tudo para tentarmos procurar um caminho melhor. Quando ainda temos essa coragem e se nos desiludirmos, azar! Ainda há tempo para dar a volta e virar à esquerda porque a direita não deu certo. Mas é o medo. Não das responsabilidades mas de mudar. Quando o medo de mudar advém dos compromissos financeiros mensais. Quando o medo perdura por não querer falhar com alguém próximo de nós. Sentimo-nos presos. Sentimo-nos enjaulados. Sentimos a juventude a fugir-nos por entre os dedos. E não queremos. Não queremos perder a coragem. Não queremos ter medo. Medo de apostar em tudo aquilo de que gostamos e precisamos para reencontrar aquele sítio feliz dentro de nós. Queremos soltar as amarras ao que já não queremos mas que as responsabilidades e consciência nos prendem. E quando não nos desprendemos a tempo, como qualquer animal enjaulado, ou se definha ou se revolta. Sem volta. Nenhuma das opções é viável. Nenhuma opção que não seja positiva é viável. E não podemos esperar que alguém nos leve para aquele sítio feliz. Essa é outra responsabilidade que só nos cabe a nós.

Eu consegui. Tive coragem. Lutei contra o medo. Não sei se venci mas o tempo logo o dirá.


Imagem gentilmente cedida por @cato_ontravel

22 de julho de 2015

Mini-Férias de Julho | Vamos aos sítios de sempre?

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Sim, vamos. Ou melhor, fomos. Fomos turistar perto de casa. Se queria estar num sítio longe daqui, numa praia paradisíaca, numa qualquer capital europeia ou no canto mais recôndito deste nosso pequeno mundo? Sim, o bichinho das viagens não me larga. Mas nem sempre podemos fazer o que queremos. Há escolhas a serem feitas. Tudo bem. Por isso, em vez de amuar, decidi visitar os lugares de sempre, da infância, da adolescência. Lugares com memórias felizes, como já tiveram oportunidade de ler aqui. Rever o que sempre existiu e ver as coisas novas que vão surgindo.

10 de julho de 2015

Cabo Verde | São Vicente - Diário de Viagem #4


Acordei cedo. Queria aproveitar tudo ao máximo. Fomos caminhar por Mindelo para sentir a dinâmica da cidade aproveitando para rever tudo e comprar alguns souvenirs na Praça da Estrela. Ainda não tinha posto o meu crioulo em prática. Eu sei falar crioulo embora a minha língua-mãe seja o português. E quando estamos nervosos ou muito conscientes de alguma situação, a nossa cabeça vai buscar a língua com a qual nos sentimos mais à vontade, seja para nos expressarmos melhor, defendermo-nos ou argumentarmos. Na Praça da Estrela, sabia que teria de regatear preços senão iam aproveitar-se do meu 'ar de turista'. No entanto, a minha tia estava connosco e interveio nas primeiras negociações.

24 de junho de 2015

Os Meus 10 Doces Preferidos

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First things first, não sou uma pessoa de doces. Ponham uma mesa de salgados e outra doces, que irão encontrar-me sempre na primeira. Muito provavelmente estarei, quase de forma irracional, a comer tudo o que aparece pela frente - leia-se salgadinhos! Mas, mesmo preferindo salgados, também tenho as minhas preferências no mundo dos doces. E os que gosto são bastante simples, bem conhecidos e populares. Há uns que adoro mesmo! E por mais estranho que pareça, tenho quase sempre uma maneira específica para comer cada um...tipo mini obsessiva compulsiva. Vamos conhecê-los?


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